A “Essência da Adoração” que não tinham me ensinado

A música é linda, a mensagem direta e creio estar entre as mais cantadas nas igrejas pelo país. Escrita por Matt Redman e conhecida no Brasil como “Essência da Adoração” se tornou reflexão para muita gente que se via mais atraída pela música ofertada a Deus que entregar verdadeira devoção.

Creio que a história de como a mesma surgiu é conhecida por alguns. O fato de o pastor Mike Pilavachi  tenha proposto não usar instrumentos durantes os momentos de música afim de despertar na igreja maior conscientização de que se tratava de um momento onde deveria entregar ao Senhor e não esperar receber algo dos músicos. Dentre os quais se incluía Matt.

Mas não é desse ponto que quero tratar. Gostaria de pensar na prática que talvez muitos tenham pensado mas poucos procuraram entender. Talvez até mesmo o próprio autor da música (pretensão minha pensar isso?) .

 

I’ll bring You more than a song

Mais que uma canção eu te darei

For a song in itself | Is not what You have required

Pois apenas uma canção não é o queres de mim

You search much deeper within | Through the ways things appear

Mais profundo buscas Senhor do que os olhos podem ver

You’re looking into my heart

Queres meu coração

 

O que Jesus requer de nós quando pede nosso coração? Posso ser mais claro? Qual seria a forma mais clara de demonstrar que se ama a Jesus? Ele disse que aquele que tem os Seus mandamentos e os guarda, esse é o que Lhe ama. Porém gostaria de atrair sua atenção para uma forma ainda mais prática de saber se Jesus tem ou não seu coração.

Jesus pergunta a Pedro: Pedro tu me amas? E condiciona sua resposta afirmativa a uma ação simples:

Apascenta as minhas ovelhas.

Minha reflexão aos que já cantaram essa música é a seguinte: Realmente amamos a Jesus? E como está nossa disposição para pastorear as suas ovelhas. Sim porque pastorear não se trata de uma vocação para poucos. Creio, aliás em uma verdadeira revolução que pode acontecer se cada um nós além de estar sujeitos a homens a quem reconhecemos como autoridades e referência para nossa vida nos dispuséssemos a cuidar uns dos outros. Por ora fico por aqui com o início da reflexão. Mas volto com esse assunto para pensarmos um pouco mais. Enquanto isso relembre a canção.

beijo no coração

 

 

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mais canções de ninar

Into Jesus

Marcos Barriento – Sin Reservas

Melosweet – Do outro lado

Essa do Marcos Witt  já me fez chorar bastante!

Quão belo é o Senhor


Citações para refletir

Permalink

Jonathan Edwards, das Miscellanies #188:

A mais bela e perfeita maneira que temos para expressar um estado da mente para outros é através da música. Consigo imaginar uma forma ideal de sociedade no mais alto degrau expressando seu amor, alegria, e estado interior de harmonia e beleza espiritual de suas almas pelo doce cantar de alguém.Voce pensa que ele está certo? Porque ou porque não?


E surge algo novo: mais músicas

 

 

Eu poderia falar milhões de impressões que estou tendo mas prefiro deixar a cargo de vocês descobrirem mais desse cara. O nome não é tão fácil de ler quanto foi para mim gostar das letras e som dele: Ole Børud. Curtam!


My Last day

Pesquisando sobre animação para meu Tcc ( atividade essa que tem, entre outras, me dificultado de postar coisas por aqui) encontrei essa pérola. Curtam! E chorem…


A Erotização da Fé


O período em que vivemos bem pode passar à história como a Era Erótica. O amor sexual foi elevado à posição de culto. Eros tem mais cultuadores entre os homens civilizados de hoje do que qualquer outro deus. Para milhões o erótico suplantou completamente o espiritual.

Não é difícil verificar como o mundo chegou a este estado. Entre os favores que contribuíram para isso estão o fonógrafo e o rádio, que puderam difundir canções de amor de costa a costa sem problema de dias ou de ocasiões; o cinema e a televisão, que possi­bilitam a toda a população focalizar mulheres sensuais e jovens amorosos ferrados em apaixonado abraço (e isto nas salas de estar de lares “cristãos” e diante dos olhos de crianças inocentes!); jornada de trabalho mais curta e uma multiplicidade de artefatos mecânicos com o resultante aumento do lazer para toda gente. Acrescentem-se a isso tudo as dezenas de campanhas publicitárias astutamente idea­lizadas, que fazem do sexo a isca não muito secretamente escondida para atrair compradores de quase todos os produtos imagináveis; os corruptos colunistas que consagraram a vida à tarefa de publicar fofas e sorrateiras nulidades com rostos de anjos e com moral de gatas da rua; romancistas sem consciência, que conquistam fama duvidosa e se enriquecem graças ao trabalho inglório de dragar podridões lite­rárias das imundas fossas das suas almas para dar entretenimento às massas. Estas coisas nos dizem algo sobre a maneira pela qual Eros conseguiu seu triunfo sobre o mundo civilizado.

Pois bem, se esse deus nos deixasse a nós, cristãos, em paz, eu por mim deixaria em paz o seu culto. Toda a sua esponjosa e fétida sujeira afundará um dia sob o seu próprio peso e será excelente combustível para as chamas do inferno, justa recompensa recebida, e que nos enche de compaixão por aqueles que são arras­tados em sua ruinosa voragem. Lágrimas e silêncio talvez fossem melhores do que palavras, se as coisas fossem ligeiramente diversas do que são. Mas o culto de Eros está afetando gravemente a igreja. A religião pura de Cristo que flui como rio cristalino do coração de Deus está sendo poluída pelas águas impuras que escorrem de trás dos altares da abominação que aparecem sobre todo monte alto e sob toda árvore verde.

Sente-se a influência do espírito erótico em toda parte quase, nos arraiais evangélicos. Grande parte dos cânticos de certos tipos de reuniões têm em si maior porção de romance do que do Espírito Santo. Tanto as palavras como a música se destinam a provocar o libidinoso. Cristo é cortejado com uma familiaridade que revela total ignorância de quem Ele é. Não é a reverente intimidade do santo em adoração, mas a impudente familiaridade do amante carnal.

A ficção evangélica também faz uso do sexo para dar interesse à leitura pública, a fina desculpa sendo que, se o romance e a religião forem entretecidos compondo uma história, a pessoa comum que não leria um livro puramente religioso lerá a história, e assim se defrontará com o Evangelho [esse mesmo raciocínio se faz com a musica gospel]. Deixando de lado o fato de que, na maioria, os romancistas evangélicos modernos são amadores de talento caseiro, sendo raros os capazes de escrever uma única linha de boa literatura, todo o conceito subjacente ao romance religioso é errôneo. Os impulsos libidinosos e os suaves e profundos movimentos do Espírito são dia­metralmente opostos uns aos outros. A noção de que Eros pode ser induzido a servir de assistente do Senhor da glória é ultrajante. O filme “cristão” que procura atrair espectadores retratando cenas de amor carnal em sua propaganda é completamente infiel à religião de Cristo. Só quem for espiritualmente cego se deixará levar por isso.

A moda atual de usar a beleza física e celebridades na promoção da fé é outra manifestação da influência do espírito romântico na igreja. O balanço rítmico, o sorriso plástico, e a voz muito, mas muito alegre mesmo, denunciam a frivolidade religiosa mundana. O executante aprendeu a sua técnica da tela da TV, mas não a apreendeu suficientemente bem para ter sucesso no campo profissional. Daí, ele traz a sua produção inepta para o lugar santo e a mascateia,  oferecendo-a  aos cristãos  doentios  e  inferiores  que andam à procura de alguma coisa que os divirta enquanto ficarem dentro dos limites dos costumes sócio-religiosos vigentes.

Se meu linguajar parece severo, é bom lembrar que não o dirijo a nenhuma pessoa individualmente. Para com o mundo perdido dos homens, só tenho uma grande compaixão e o desejo de que todos venham a arrepender-se. Pelos cristãos cuja liderança vigorosa mas equivocada tem procurado atrair a igreja moderna do altar de Jeová para os altares do erro, sinto genuíno amor e simpatia. Quero ser o último a ofendê-los e o primeiro a perdoá-los, lembrando-me dos meus pecados passados e da minha necessidade de misericórdia, bem como da minha fraqueza pessoal e da minha tendência natural para o pecado e o erro. A jumenta de Balaão foi usada por Deus para repreender um profeta. Daí parece que Deus não exige perfeição no instrumento que Ele emprega para advertir e exortar o Seu povo.

Quando as ovelhas de Deus estão em perigo, o pastor não deve contemplar as estrelas e meditar sobre temas “inspiradores”. É obri­gado a agarrar sua arma e a correr em defesa delas. Quando as circunstâncias o exigirem, o amor poderá usar a espada, embora por sua natureza deva, em vez disso, ligar o coração quebrantado e atender os feridos. É tempo de o profeta e o vidente se fazerem ouvir e sentir outra vez. Nas últimas três décadas a timidez disfarçada de humildade tem ficado encolhida no seu canto enquanto a qualidade do cristianismo evangélico vem piorando ano após ano. Até quando. Senhor, até quando?

A. W. Tozer

Fonte: Título original, “Erótico Versus Espiritual”


Minhas músicas de ninar

Essas são algumas das músicas que eu ouvia muito quando era criança. Sim eram essas mesmas e gostaria de compartilhar com vcs. E tem mais de onde saíram, aguardem!